Exposição Galeria NMA
25 de junho 2026
A figura do campino, na guarda e condução de manadas, é reconhecida neste território como parte integrante da nossa identidade. Manifesta-se de forma espontânea e inevitável na imagem que construímos da nossa cultura, naquilo que nos distingue e nos torna singulares — a nossa identidade cultural.
Temos a responsabilidade de salvaguardar o património e as tradições que tornam cada comunidade distinta e única. Nesse sentido, a inscrição dos Guardadores e Condutores de Manadas — os Campinos — como Património Cultural Imaterial constitui um projeto que visa afirmar a identidade cultural deste território.
O Campino é reconhecido pelos indivíduos e pela comunidade como parte integrante deste património, numa clara interação com a natureza e com a história, mas também numa perspectiva de continuidade, contribuindo para a promoção do respeito pela diversidade cultural e pela criatividade.
Figura da lezíria que nasce e morre nos campos da Borda d’Água (M. Mesquita, 1908)













