PROCISSÃO EM HONRA DE SANTO ESTÊVÃO
Esta fotografia retrata uma procissão religiosa na aldeia de Santo Estêvão, num momento de devoção e tradição comunitária. A imagem foi captada na Rua Manuel Martins Alves, em meados do século XX, período em que as manifestações religiosas assumiam um papel importante na vida social das aldeias ribatejanas.
Este registo preserva a memória das práticas religiosas tradicionais da aldeia de Santo Estêvão, constituindo um testemunho do património cultural imaterial local.

𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿: Desconhecido
𝗗𝗮𝘁𝗮: Meados do século XX
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟱𝟯𝟱𝟵
INFÂNCIA NO MEIO RURAL
João Carlos Rocha Alemão a brincar no meio de uma seara de tomate, em Samora Correia. Ao fundo, duas mulheres observam a criança, num cenário marcado pela presença dos campos e pelo trabalho agrícola.
Registada em 1968, esta fotografia retrata um momento do quotidiano rural e recorda a presença da infância entre as paisagens agrícolas de Samora Correia.

𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿: Desconhecido
𝗗𝗮𝘁𝗮: 1968
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟳𝟭𝟱𝟰
FESTAS DE SAMORA CORREIA
Entrada de touros em dia de festa, junto às oficinas de material agrícola da Companhia das Lezírias, no Largo do Calvário, em Samora Correia. O recinto encontra-se repleto de populares, que assistem ao evento, refletindo a participação comunitária e o entusiasmo característicos das festividades locais.
Registada em meados do século XX, esta fotografia guarda a memória de uma das tradições que marcaram as festas de Samora Correia e a relação da comunidade com a festa brava.

𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿: Desconhecido
𝗗𝗮𝘁𝗮: Meados do século XX
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟲𝟴𝟮𝟯
FESTAS EM HONRA DA NOSSA SENHORA DA PAZ, BENAVENTE
Procissão durante a Festa em Honra de Nossa Senhora da Paz. À frente do andor encontram-se os festeiros do ano de 1939, nomeadamente o juiz Francisco “Sete Saias” (ao centro, com o bastão), ladeado pelo secretário Álvaro Duarte e pelo tesoureiro Zeferino Foguete. À frente destes, destaca-se a juíza Maria Natércia Ribas Couto (ao centro, com a bandeira), ladeada pelas duas acompanhantes, as “aias”. Muitos populares, sobretudo mulheres com crianças, acompanham o cortejo.
Captada em agosto de 1939, numa das ruas da zona antiga da vila, esta imagem preserva a memória de uma das mais emblemáticas celebrações religiosas de Benavente, constituindo um importante testemunho da devoção popular e das tradições que marcaram a identidade da comunidade.

𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿: Desconhecido
𝗗𝗮𝘁𝗮: Agosto de 1939
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟱𝟯𝟵𝟭
FESTAS EM HONRA DE SÃO BRÁS
Registo de festeiros a receberem a Bandeira durante as Festas em Honra de São Brás, em São Brás. A fotografia mostra a participação comunitária na cerimónia, com homens de capas de ambos os lados a integrarem o cortejo, e alguns populares, sobretudo mulheres, a assistir a cerimónia, evidenciando o envolvimento social e religioso da comunidade local.
Tirada em meados do século XX, esta imagem constitui um valioso testemunho da devoção popular, preservando a memória das celebrações religiosas e do papel central das festas no fortalecimento da identidade coletiva.

Autor: Desconhecido
Data: Meados do século XX
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟱𝟯𝟱𝟲
MELOAL DOS MOINHOS
Retrato de duas crianças, Francisco Cardoso e Graça, a segurar um melão no meloal dos Moinhos, em Samora Correia. Captada em 1969, a fotografia testemunha a ligação das crianças ao mundo rural e a importância do cultivo do melão na economia local. A imagem preserva a memória das vivências de infância, da participação familiar nos trabalhos agrícolas e da identidade cultural associada à terra.

𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿: Desconhecido
𝗗𝗮𝘁𝗮: 1969
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟳𝟮𝟳𝟱
BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE BENAVENTE
Esta fotografia retrata um grupo de elementos do Corpo de Bombeiros Voluntários de Benavente, reunidos à porta do antigo quartel da corporação, atualmente sede da Sociedade Filarmónica Benaventense.
Entre os bombeiros retratados encontram-se identificados Tomás Nunes Ferreira, Hermenegildo, Cristiano Maria, João Caetano de Carvalho, Júlio Borges, Alberto Feijoca, Joaquim Branco, Domingos Maria e Feliciano Rocha, permanecendo apenas um dos elementos por identificar. Em primeiro plano, destaca-se a presença da criança José Seabra.
Captada em 1931, esta imagem preserva a memória dos homens que serviram Benavente com dedicação, coragem e espírito solidário, constituindo um importante testemunho da história da corporação.

𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿: Desconhecido
𝗗𝗮𝘁𝗮: 1931
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟮𝟳𝟱𝟭
ALDEIA DO PEIXE
Esta fotografia retrata um momento do quotidiano ribeirinho na Aldeia do Peixe, em Benavente, junto às margens do Rio Sorraia, no ano de 1990. A imagem mostra uma mulher, de seu nome Júlia (identificada como mulher do senhor Nazário), a lavar roupa manualmente no rio e, ao seu lado, uma criança em tronco nu.
Esta prática ancestral esteve profundamente ligada à vida das comunidades rurais e piscatórias da região, onde o Rio Sorraia desempenhou, durante séculos, um papel fundamental na sobrevivência das populações e na organização da vida comunitária.
Na margem observam-se embarcações de pesca artesanal atracadas, testemunhando a importância da pesca como atividade económica e modo de vida local.
Mais do que um simples retrato, esta imagem preserva a memória de práticas que, no final do século XX, começavam já a desaparecer, dando lugar a novas formas de vida. Constitui, assim, um valioso registo etnográfico da estreita relação entre as populações locais e o Rio Sorraia.

𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿: Fernando Galrito
𝗗𝗮𝘁𝗮: 1990
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟮𝟵𝟲𝟰
FESTA DA AMIZADE / SARDINHA ASSADA DE BENAVENTE
Festa da Amizade / Sardinha Assada de Benavente, após a distribuição noturna de sardinhas, pão e vinho pelas ruas da vila. Um grupo familiar confraterniza e petisca junto a um fogareiro na Rua João Sabino de Almeida Fernandes (à porta da sede da Sociedade Filarmónica Benaventense).
Da esquerda para a direita: José Carvalho (pai de Maria Luísa), José Pedro Tomé (marido de Gertrudes Margarida e pai de Inês Tomé), Inês da Conceição e o seu marido António Pedro Alcântara, Gertrudes Margarida, Inês Tomé (criança), Maria Luísa e Urbina (de vestido e casaco curto e claro). Atrás da criança Inês Tomé, o casal João Ruivo (com um copo na mão) e Vitória Ruivo (com lenço na cabeça). A criança que está à direita a comer, não está identificada com o grupo.
Tirada num sábado de junho, na década de 70 do século XX.

𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿: Foto Benarte Lda.
𝗗𝗮𝘁𝗮: Década de 70 – Séc. XX
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟳𝟰𝟳𝟮
DIAS QUENTES
Tanque com crianças, construído pela Câmara Municipal, no interior do Jardim de Santiago, em Benavente. O espaço envolvente encontrava-se ainda em remodelação. Duas crianças banham-se no tanque, a que está virada para a câmara, a sorrir, é António Nascimento, enquanto outras observam do exterior.
Ao centro, de boné e olhando para o fotógrafo, está Manuel Lagareiro, carteiro de Benavente. Ao fundo, pode ver-se a Fonte de Santiago com a imagem do santo.

𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿: Foto Benarte, Lda.
𝗗𝗮𝘁𝗮: Entre 1977 e 1979
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟰𝟱𝟰𝟱
MARCHAS DOS SANTOS POPULARES
Registo do desfile das marchas populares, realizado em Samora Correia, por ocasião dos festejos dos Santos Populares. A fotografia capta um momento festivo marcado pela cor, pela música e pelo espírito comunitário que caracteriza estas celebrações tradicionais do mês de junho.
À esquerda da imagem, de mão na cintura, identifica-se Ana Maria Tito. Ao centro e à direita surgem Lucy Parracho e Anália Parracho, integrantes da marcha, trajadas a rigor e participando ativamente no desfile, num testemunho da dedicação e do envolvimento da população local nestas festividades populares.

Autor: Desconhecido
Data: Junho de 1972
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟳𝟭𝟮𝟭
BRINCADEIRAS DE RUA
Retrato de oito rapazes reunidos no meio da rua, junto a uma bola, num momento de brincadeira e camaradagem infantil. A pequena equipa está alinhada para o registo fotográfico, revelando a espontaneidade, entusiasmo e espírito coletivo dos jogos improvisados da infância.
Captada em Samora Correia, na década de 1940, a fotografia mostra como o espaço público era central nas brincadeiras das crianças. Sem equipamentos formais, as ruas serviam de campo de jogo, ilustrando a simplicidade dos tempos e a importância do convívio ao ar livre.
Este registo é um valioso testemunho da infância em meados do século XX, evocando memórias de liberdade, imaginação e partilha.

Autor: Desconhecido
Data: Década de 1940
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟳𝟰𝟳𝟮
BENAVENTE NA FEIRA DO DISTRITO DE SANTARÉM
Camioneta engalanada com motivos tradicionais. O reboque está repleto de mulheres trajando vestes típicas e de crianças com vestidos claros e chapéus ou fitinhas no cabelo. A viatura participa no desfile em representação da C.M. Benavente, na Exposição – Feira do Distrito de Santarém, realizada naquela cidade em maio de 1936.

Autor: J. Alves
Data: Maio de 1936
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟮𝟬𝟴𝟭
A FEIRA DO GADO NA ALAGOA DOS ÁLAMOS – SAMORA CORREIA
Imagem da antiga feira do gado na Alagoa dos Álamos, atual Parque dos Álamos, junto ao Arneiro dos Corvos, em Samora Correia.
Captada na primeira metade do século XX, esta fotografia retrata um dos espaços de encontro e comércio mais marcantes da vida rural da vila.

Autor: Desconhecido
Data: Primeira metade do século XX (?)
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟯𝟮𝟯𝟴
CONVÍVIO DA QUINTA FEIRA DA ASCÊNÇÃO EM SANTO ESTÊVÃO
Grupo de familiares e amigos de António de Moura Silva, num bailarico acompanhado por acordeão, durante a Quinta-Feira da Ascensão (Dia da Espiga), em Santo Estevão. A senhora à esquerda Maria Eugénia Paim a dançar com um senhor de seu nome Abel, o senhor de costas com suspensórios Joaquim António Carvalho dos Santos (Bernardo), conhecido agricultor mais tarde radicado em Pegões.
Este ano, a tradição será celebrada na quinta-feira, 𝟭𝟰 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲, continuando a manter viva uma festa cheia de convívio, música e cultura popular, tal como nos mostra esta fotografia do meados do século XX.

Arquivo de António de Moura Silva
Data: Meados do século XX
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟳𝟲𝟬𝟭
MÚSICOS DA SOCIEDADE FILARMÓNICA UNIÃO SAMORENSE
A Sociedade Filarmónica União Samorense (SFUS), fundada a 10 de maio de 1921, é a coletividade mais antiga da freguesia de Samora Correia. No próximo 10 de maio de 2026, irá celebrar 105 anos de história, música e tradição, mantendo vivo o papel cultural que tem desempenhado na comunidade ao longo de mais de um século.
Na fotografia, tirada na segunda metade do século XX, vemos os músicos da banda, lembrando-nos da importância da SFUS como espaço de convívio, formação artística e preservação do património musical local.

Autor: Desconhecido
Data: Segunda metade do século XX
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟱𝟮𝟲𝟬
MÃE
O Dia da Mãe está quase a chegar, e não há melhor forma de celebrar do que recordar momentos de ternura como este.
Na fotografia estão Maria Cristina Costa, esposa de António Júlio Correia, a dar de comer à filha bebé Teresa Maria Gomes Correia, nascida a 2 de junho de 1964, e Joaquim José Costa Correia a observar atentamente a mãe e a irmã, evidenciando os laços afetivos entre gerações. Ao fundo, no logradouro da casa da família, na Rua de S. Bento (antiga Rua de Trás), n.º 25, é visível roupa estendida ao sol, um detalhe do quotidiano doméstico da época que reforça a simplicidade e autenticidade do momento.

Autor: Desconhecido
Data: Verão de 1964
𝗠𝗠𝗕.𝟬𝟮𝟲𝟯𝟮
DIA DA TERRA
Esta fotografia de 1906 mostra o antigo Largo do Chaveiro, hoje Parque 25 de Abril, em Benavente. No centro da imagem é visível o depósito de abastecimento de água, construído no início do século XX, que fornecia água aos fontanários públicos e a algumas habitações, garantindo o acesso da população a este recurso essencial.
O antigo depósito, demolido em 1951, simboliza a importância histórica da água na organização da vila e na vida da comunidade, especialmente para a agricultura da Lezíria do Tejo. A sua gestão reflete uma tradição de valorização e preservação deste recurso essencial.
Hoje, no Dia da Terra, esta memória reforça a importância do uso consciente da água e a ligação entre património, sustentabilidade e cuidado com o território.

Autor: Desconhecido
Data: 1906
MMB.02679
PELOURINHO DE BENAVENTE
Troço inferior e superior da coluna e coruchéu do Pelourinho de Benavente, colocados no chão do logradouro do edifício da Câmara Municipal de Benavente.
Por decisão do executivo camarário, em 22 de fevereiro de 1864, o pelourinho foi apeado: “Tão bem se concordou que nesta se consignasse para constar aos vindouros que por unânime votação se procedeu no dia vinte e dois de fevereiro último à demolição do pelourinho e ato contínuo se deliberou que as pedras, tanto da base, como da coluna, se aplicassem nas obras municipais, onde mais conveniente for” (Ata da sessão da Câmara de 5 de abril de 1864).
O Pelourinho só foi reconstruído em 1954, no centro da Praça do Município, próximo do local original. A fotografia, tirada no final da década de 1940 ou início da década de 1950, documenta o património local e a memória urbana de Benavente, evocando a preservação e valorização dos monumentos históricos.

Autor: Roiz, Lda.
Data: Final da década de 1940 – Início da década de 1950
MMB.04717
EMPREGADOS DO HOSPITAL DE BENAVENTE
Retrato de diversos empregados do Hospital de Benavente e de uma criança, reunidos ao ar livre junto a uma construção de madeira pertencente à Santa Casa da Misericórdia de Benavente. Entre os presentes encontram-se: “Rola o Pombo”, Júlio Ganhão, Rosalina, Genoveva Cardosa, um casal da Beira, o enfermeiro Grilo e José Moço, criado do hospital.
A fotografia, tirada por volta de 1940, documenta o quotidiano e as pessoas que asseguravam o funcionamento do hospital, revelando a dimensão humana e comunitária da saúde local na época.

Autor: Roiz, Lda.
Data: c. 1940
MMB.03838
SEMANA SANTA
Altar montado à porta de D. Anica Ventura (mulher do médico da vila, Dr. António Alves Ventura), na Rua José Justino Lopes, por ocasião da Procissão do Senhor dos Passos. Junto ao altar, estão as duas empregadas da família Ventura. A fotografia, tirada em meados do século XX, documenta a tradição religiosa e a participação familiar nas cerimónias da Semana Santa, evidenciando a vivência comunitária.

Autor: Desconhecido
Data: Meados do século XX
MMB.05367
FORAL DE BENAVENTE
A vila de Benavente, foi o segundo concelho instituído a Sul do Tejo, remonta ao tempo de D. Sancho I. Recebeu o foral antigo, concedido por D. Paio (ou Pelágio), mestre da Ordem Militar de Évora, em 25 de março de 1200, posteriormente confirmado por D. Sancho I. Mais tarde, recebeu o foral novo de D. Manuel I, em 16 de maio de 1516.
Segundo o historiador Álvaro Rodrigues d’Azevedo, o sítio escolhido para a vila, além de estar próximo do Rio Tejo e quase equidistante de Lisboa e Santarém, oferecia ampla superfície para uma povoação numerosa, com flancos mais ou menos alcantilados, naturalmente defendidos. Durante a Reconquista, no final do século XII e início do século XIII, Benavente assumiu papel estratégico, garantindo comunicações com Évora, outros pontos do alto e médio Alentejo, com a Extremadura e especialmente com Lisboa.

Imagem: Planta da Vila de Benavente
Fonte: Estudo Histórico e Descritivo, Álvaro Rodrigues de Azevedo, p. 28.
PRIMAVERA
Retrato de um grupo de jovens na Sesmaria Santana, em Benavente, captado num momento de convívio ao ar livre, refletindo o espírito de juventude, amizade e alegria característico da estação primaveril. A fotografia revela uma vivência descontraída em contacto com a natureza, num cenário rural típico da região.
Da esquerda para a direita, identificam-se Francisco Raquel, conhecido por “Pirolito”, Natércia Crespo (de blusa clara), Perpétua Rita, Maria Augusta Ganhão, Maria Marques (com boné), Manuel Filipe, alcunhado “Entrudo”, e uma jovem chamada Céu, que viveu temporariamente em Benavente.
Ao centro, em plano superior, surgem Ana Maria e um rapaz não identificado. Em primeiro plano, deitados na relva, encontram-se Carlos Ganhão e uma jovem não identificada.
Tirada no ano de 1968, esta imagem constitui um valioso testemunho das vivências juvenis e da ligação à natureza em Benavente, preservando a memória de momentos simples e marcantes da vida comunitária durante a Primavera.

Autor: Foto Benarte, Lda.
Data: 1968
MMB.04515
LUGAR DA BARROSA
Retrato de um grupo de camponeses naturais do lugar da Barrosa, hoje freguesia do concelho de Benavente, captado em 1955, junto a um portão, num cenário simples e representativo do quotidiano rural da época. A fotografia testemunha a vida comunitária ligada ao trabalho agrícola.
Em plano superior, da esquerda para a direita, identificam-se Mariana Prior, Elisa Justino, Joaquina Prior, Joaquim Machacaz, com um cigarro na boca, Joaquina Castanheiro e Custódia Cipriano. Em baixo, pela mesma ordem, Joaquina Teixeira, António Lúcio, Maria Quitéria Cipriano, João Correia e Maria Augusta.
Esta imagem constitui um importante registo da memória coletiva da Barrosa, preservando os rostos e as relações de uma comunidade marcada pelo trabalho da terra, pela convivência próxima e pela identidade rural que moldou gerações.

Autor: Desconhecido
Data: 1955
MMB.02124
TRABALHO FEMININO
Retrato de trabalhadoras rurais no município de Benavente, 1954. Cinco mulheres no campo, testemunho do trabalho agrícola feminino e da migração sazonal no Portugal rural do século XX. Da esquerda para a direita: Maria Angélica Cabreira, Benilde “beiroa”, Odete Sofia Salvador Ferreira e Maria Teresa Marques. Em primeiro plano, de joelhos, Maria Helena Ferreira.
A fotografia evoca a força, a resistência e a solidariedade entre mulheres trabalhadoras, cuja contribuição foi essencial para a economia agrícola e para a vida comunitária. Uma imagem de memória e reconhecimento, dedicada ao Dia Internacional da Mulher.

Autor: Desconhecido
Data: 1954
MMB.06969
FONTE DOS ESCUDEIROS | SAMORA CORREIA
Vista dos tanques e do poço com a bomba de tirar água na Fonte dos Escudeiros, em Samora Correia. Sentada no muro de um dos tanques encontra-se uma criança, enquanto, na parte superior, junto à torneira da fonte, estão mais duas crianças e um homem. À direita, são visíveis parte das instalações dos Lavadouros Públicos de Samora Correia. A fotografia documenta o quotidiano local, a importância das fontes e lavadouros na vida comunitária e a interação das crianças com o espaço público.

Autor: Desconhecido
Data: Meados do século XX
MMB.04187
PREPARAR AS TERRAS PARA AS CULTURAS
Trabalhadoras rurais, no arrozal do senhor José Marques, dedicadas à preparação da terra para as culturas agrícolas, numa fase essencial do ciclo produtivo. À direita da imagem, o capataz ou encarregado acompanha e orienta os trabalhos. A fotografia, tirada em meados do século XX (1962/1963?), evidencia o papel central do trabalho feminino na agricultura e os métodos tradicionais de organização do labor rural.

Autor: Foto Benarte, Lda.
Data: Meados do século XX (1962/1963?)
MMB.05988
CARNAVAL EM SAMORA CORREIA
Retrato de crianças de Samora Correia trajadas a rigor para os festejos carnavalescos. Da esquerda para a direita: Laura Mil Homens, Cecília Almeida e Teresa da Paz; atrás, Porfírio Mil Homens. A fotografia, tirada na década de 1960, regista um momento de celebração e fantasia infantil, num espaço que corresponde ao local onde atualmente se encontra a Creche Padre Tobias, testemunhando a continuidade da vivência comunitária ao longo do tempo.

Autor: Desconhecido
Data: Década de 1960
MMB.07465
TRABALHAR A TERRA
Rancho de mulheres a trabalhar no campo, sob a supervisão do capataz ou proprietário dos terrenos agrícolas. A imagem documenta o trabalho agrícola feminino e a organização do labor rural em meados do século XX, evidenciando a centralidade da terra como fonte de subsistência e o esforço coletivo que moldou a paisagem e a vida comunitária.

Autor: Foto Benarte, Lda.
Data: Meados do século XX
MMB.05339
INVERNO
Rua alagada durante a época das chuvas no Largo de Santo André, testemunhando os impactos recorrentes do inverno no quotidiano da vila. À direita da imagem são visíveis as traseiras do posto de venda de carburantes da Galp, propriedade da firma Mecânica Agrícola, de António Paim. A fotografia documenta a relação entre o espaço urbano, as condições climatéricas e a adaptação da comunidade às intempéries sazonais.

Autor: Foto Benarte – Benavente
Data: Últimas décadas do século XX
MMB.06118
PROCISSÃO DA FESTA PEQUENA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA PAZ
Procissão realizada durante a Festa Pequena de Janeiro, em honra de Nossa Senhora da Paz, na Avenida Dr. Manuel Lopes de Almeida. À frente do cortejo segue a juíza Ana Mafalda Gadelha Ganhão, ladeada pelas aias Palmira Alexandra de Carvalho Morais Alexandre e Maria Madalena Baptista dos Santos. Atrás, os festeiros de 1975: ao centro, o juiz António Guerra Nepomuceno; à esquerda, o secretário Fernando Maximino David; e à direita, o tesoureiro Manuel Fernando Bandeira. Na fotografia são ainda visíveis Maria Irene Ferreira, com o filho Rui Crespo ao colo, acompanhada pela filha Rosa Crespo.

Autor: Foto Benarte, Lda.
Data: Janeiro de 1975
MMB.05384
SOCIEDADE FILARMÓNICA BENAVENTENSE
Fundada no ano de 1871 comemora, no próximo dia 1 de novembro 154 anos. Gerações e gerações de músicos e diretores fizeram a bonita história desta instituição até aos nossos dias.
Parabéns à SFB! Muitos anos de vida para a coletividade mais antiga do concelho de Benavente.
Retrato da Banda da Sociedade Filarmónica Benaventense, junto à fachada da Igreja Matriz da vila, por ocasião da Festa de agosto em Honra de Nossa Senhora da Paz.
Ao centro, o mestre Francisco Mendes Soldado (maestro), com os músicos: José da Paz, Joaquim Tavares, José Branco, Gaspar Carvalho, Manuel Feijoca, António Sousa, Joaquim Rato, Joaquim Feijoca, José Guerra, Manuel David, João Carvalho Borracha, José Ferreira, entre outros.

Autor: POLIFOTO, Lisboa
Data: Década de 50 ou 60 do século XX
MMB.06415
ANTIGA RUA DE ÉVORA – BENAVENTE
Rua João Sabino de Almeida Fernandes (antiga Rua de Évora), engalanada em dia festivo. Muitos indivíduos vestidos a rigor, assistem à passagem de carroças vindas do Largo da Igreja (atual Praça da República) em direção à estrada nacional, junto à curva do Solar).

Autor: Desconhecido
Data: Finais do séc. XIX ou inícios do séc. XX
MMB.06422
CINGELEIRO – BENAVENTE
José Tavares (ao centro), cingeleiro, de Benavente, ladeado pelo filho Joaquim Tavares (à esquerda) e por Serafim Tavares, no lado oposto. Os homens estão à frente de uma junta de bois (cingel). Fotografia tirada junto ao palheiro de José Tavares, na Rua João de Deus, situada entre a Rua José Clemente Rodrigues Filipe e a Rua dos Combatentes da Grande Guerra, em Benavente.

Autor: Desconhecido
Data: 1944
MMB.04694
ANTIGO MATADOURO MUNICIPAL, BENAVENTE
Fachada do Matadouro Municipal, situado no Largo de Santo André, em Benavente. No seu interior, um moinho de bombagem de água “tipo americano” movido através de energia eólica, a ser instalado ou intervencionado por um especialista.
Após a desativação do Matadouro nas últimas décadas do século passado, o edifício foi adaptado a espaço museológico, inaugurado no ano 2000. Atualmente, para além da exposição de longa duração intitulada “O Calendário Agrícola” (alusiva ao processo de produção desde a sementeira, à ceifa e à debulha, incluindo ainda o núcleo do campino e dos ranchos de trabalho), exibe ainda outras exposições de curta duração.
A par das atividades expositivas, são promovidos regularmente outros eventos, como ateliers, ciclos de cinema, oficinas formativas e artísticas, entre outros.

Edição Postal de Alberto Malva, Lisboa
Autor: Desconhecido
Data: Inícios do século XX
MMB.08585

